Sistema da Informação 22/12/2020 - 16:24 - Tamires Rodrigues/ Governo do Tocantins

Sistema desenvolvido pelo Governo do Tocantins auxilia no atendimento da Patrulha Maria da Penha

Capitão da PM, Flávia Roberta Pereira de Oliveira, comandante da Patrulha Maria da Penha no Tocantins. Capitão da PM, Flávia Roberta Pereira de Oliveira, comandante da Patrulha Maria da Penha no Tocantins. - PMTO/ Governo do Tocantins
O Sistema proporciona um atendimento mais rápido e eficaz às vítimas com medida protetiva O Sistema proporciona um atendimento mais rápido e eficaz às vítimas com medida protetiva - ATI/Governo do Tocantins

O Sistema de Gerenciamento de Atendimento da Patrulha Maria da Penha desenvolvido pelo Governo do Tocantins, por meio da Agência de Tecnologia da Informação (ATI), foi entregue à equipe da Policia Militar do Tocantins que acompanham as mulheres em medida protetiva, um trabalho integrado com a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), as Polícias Civil e Militar na proteção de mulheres vítimas de violência.

A finalidade da Patrulha Maria da Penha (PMP) é proteger a mulher em situação de violência doméstica e familiar. As equipes da PMP acompanham as vítimas para que a medida protetiva de urgência seja obedecida, um serviço que oferece acompanhamento preventivo periódico e garante maior proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, baseadas na Lei n° 11.340/2006 (Lei Maria da Penha).

Para a comandante da PMP no Tocantins, capitão Flávia Roberta Pereira de Oliveira, esse sistema proporciona um atendimento mais rápido e eficaz. “Antes, as certidões eram feitas de forma física no papel e, hoje, temos a possibilidade de utilizar o sistema no celular, tornando mais rápido nosso atendimento, pois já contém várias informações prévias e conseguimos acessar o relatório logo após o atendimento, melhorando o acesso aos dados para gestão das nossas demandas”, afirma.

Sistema

Inicialmente, o Sistema de Gerenciamento de Atendimento da Patrulha Maria da Penha é acessado via smartphone, onde os dados do atendimento são lançados, como: os envolvidos, local da ocorrência, levantamento da situação social e de risco das vítimas. Os militares também têm acesso aos dados das vítimas de violência doméstica com medita protetiva, dos casos acionados, chegam até o trabalho ou residência da vítima, guiados pelo GPS.

“Chegando no lugar da ocorrência, o sistema gera acesso aos dados da vítima, como a foto de identificação que garante agilidade no atendimento, permitindo também, ao agente, chegar ao locar da ocorrência com acesso a todo histórico de situações anteriores envolvendo vítima e agressor”, afirmou o desenvolvedor e gerente da Divisão de Segurança Pública da ATI, David Neme Muradás.